Apelido
: TERNURA***

Idade: entre 45 e 55 anos

Moro em São Paulo-Capital, Brasil

Eu gosto de: música, natureza,
animais, mar, ler, viajar.

Filmes: de ficção, época,
românticos, policias.

Teatro: comédia e musical.

Música: não vivo sem música.
(mas tem que ter qualidade).

Minha personalidade:
Sou extremamente romântica,
sonhadora, dengosa.
franca, leal, amiga amorosa,
ciumenta, carinhosa.
Sou séria; tenho pouco
senso de humor.
Sensibilidade aguçada.(percebo
e pressinto as coisas de longe)
Tenho necessidade de pelo
menos 8 horas de sono por dia.
Sou próspera em todos os sentidos.
Tenho qualidades e defeitos
como qualquer um.
Tenho a espiritualidade como
referencial da verdadeira vida
(independente de religião).

Não suporto:
1 - mentiras.
Sempre primo pela verdade
independente se doa ou não.
2 - que subestimem
minha inteligência.
3 - Odeio brigas, discussões.
Se entro em uma
a coisa toda muda
Mas sempre acredito que
um bom diálogo é mais útil.
Se não é possível, me calo
e saio de perto.


Meu lema de vida é:
1 - Não fazer aos outros o que não quero para mim.
2 - Viva e deixe viver


Em resumo creio que:
Sou uma consciência cósmica, vivenciando a experiência da
vida humana.



MÚSICA



CHRIS ISAAC - WICHED GAME




VÍDEO




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A Verdade está na cara mas não se impõe

Brasileiro é um povo solidário. Mentira.
Brasileiro é babaca. Eleger para o cargo mais importante do Estado um sujeito que não tem escolaridade e preparo nem para ser gari, só porque tem uma história de vida sofrida; pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza; aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade... Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária. É coisa de gente otária.

Brasileiro é um povo alegre. Mentira.
Brasileiro é bobalhão. Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada. Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai. Brasileiro tem um sério problema. Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.

Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.
Brasileiro é vagabundo por excelência. O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe - lá no fundo - que se estivesse no lugar dele faria o mesmo. Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.

Brasileiro é um povo honesto. Mentira.
Já foi; hoje é uma qualidade em baixa. Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso. Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas. O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha  dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.


90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.
Já foi. Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da Guerra do Paraguai ali se instalaram. Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa, e não concordava com o crime. Hoje a realidade é diferente. Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal. Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas. Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

O Brasil é um pais democrático. Mentira.
Num país democrático a vontade da maioria é Lei. A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente. Num país onde todos tem direitos mas ninguém tem obrigações, não existem democracia e sim, anarquia.
Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita. Se tirarmos o pano
do politicamente correto veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores). Todos sustentados pelo povo que paga tributos que tem como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar. Democracia isso?

Pense nisso!
O famoso jeitinho brasileiro. Na minha opinião um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira. Brasileiro se acha malandro, muito esperto. Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.
No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado  na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero.Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?

Afinal somos penta campeões do mundo né? Grande coisa...
O Brasil é o país do futuro. Caramba, meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avós se ainda estivessem vivos. Dessa vergonha eles se safaram... Brasil, o país do futuro!? Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.

Deus é brasileiro.
Puxa, essa eu não vou nem comentar... O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira. Para finalizar tiro minha conclusão:

O brasileiro merece!
Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente. Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta. Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão. Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!

Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?
Arnaldo Jabour.



- Postado por: com beijos da TERNURA*** às 09h12
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Ultimo romântico

Nicola di Bari (1971)

TRADUÇÃO :

Desligue o som do blog no radio da coluna ao lado e clique na seta para ouvir a música::

 

O ultimo, sou eu o ultimo romântico,
Sou eu aquele que te pode dar uma flor
E perceber com isso , da expressão do rosto,
Do tremor de uma mão, se me amas.

O ultimo, o ultimo romântico de um mundo
Que se pode comover olhando dois pombos
Beijarem-se numa praça.. sem  se preocupar com a gente
Que os pode pisar pela pressa de chegar.

Porque, se uma rosa é uma rosa
Desde quando existe o mundo, eu devo mudar?
Porque, se o mar , o céu,
O sol e o vento mão mudam nunca?

Porque, se o amor é o amor
Desde quando existe o mundo, eu devo mudar?
Porque, já  tem tantas coisas
Que estão mudando, o amor não pode?

O ultimo, o ultimo romântico de um mundo
Que se pode comover olhando dois garotos
Beijarem -se numa praça sem se  preocupar com a  gente
Como fazemos agora, como fazemos nós dois.

Porque, se uma rosa é uma rosa
Desde quando existe o mundo, eu devo mudar?
Porque, se o mar , o céu,
O sol e o vento mão mudam nunca?

Porque, se o amor é o amor
Desde quando existe o mundo, eu devo mudar?
Porque,  já  tem tantas coisas
Que estão mudando, o amor não pode?

La la la la la la la....

L'ultimo Romantico

L’ultimo, l’ultimo romantico di un mondo,
che si può commuovere guardando due colombi
baciarsi su una piazza incuranti della gente
e li può calpestare per la fretta d’arrivare.

Perché... Se una rosa è una rosa
da quando c’è il mondo io devo cambiare...
Perché... Se il mare e il cielo, il sole e il vento
non cambiano mai...
Perché... Se l’amore è l’amore
da quando c’è il mondo io devo cambiare...
Perché... Ci son già tante cose
che stanno cambiando l’amore non può...

L’ultimo, l’ultimo romantico di un mondo
che si può commuovere guardando due ragazzi
baciarsi su una piazza incuranti della gente
come facciamo adesso, come facciamo noi due.

Perché... Se una rosa è una rosa
da quando c’è il mondo io devo cambiare...
Perché... Se il mare e il cielo, il sole e il vento
non cambiano mai...
Perché... Se l’amore è l’amore
da quando c’è il mondo io devo cambiare...
Perché... Ci son già tante cose
che stanno cambiando l’amore non può...

 


- Postado por: com beijos da TERNURA*** às 09h53
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O medo de amar

Roberto Shinyashiki

Esse medo faz com que as pessoas arrumem desculpas e justificativas para explicar suas inseguranças. Ele faz parte da nossa vida. Negá-lo ou inventar respostas fáceis é o que menos resolve.

Todos os seres humanos possuem um grande objetivo na vida: viver em estado de pleno amor. Talvez poucas pessoas estejam conscientes da importância que o amor tem ou pode ter em sua existência. Alguns vivem o amor em sua plenitude pelo simples fato de dispor dele em abundância. Aprenderam a amar, a se entregar ao ser amado e a criar relacionamentos criativos.

Infelizmente, porém, a realidade da maioria é o permanente estado de carência, de confusão emocional, de miséria afetiva. Vivem em solidão, isolados num apartamento, ou num casamento sem amor, ou em relações superficiais sem um envolvimento profundo.
O grande medo do homem moderno é o de amar, que é tão grande quanto o medo de não ser amado. Num mundo tão materialista, muitas pessoas se sentem envergonhadas de amar, como se fosse algo ridículo e bobo. Somos seres nascidos para o amor e, no entanto, negamos na prática nossa própria essência.

Cada um de nós sabe que amar alguém pode provocar uma sensação de fragilidade e dependência; a presença do outro torna-se vital, e a possibilidade de ser abandonado a qualquer momento fica tão ameaçadora que, em geral, as pessoas optam pela saída mais fácil: sabotar a possibilidade de viver um grande amor.

Eis aqui um dos grandes dilemas do ser humano: queremos viver um grande amor, mas procuramos o tempo todo destruí-lo. Certamente, as tentativas de destruição não são totalmente deliberadas e planejadas, porém o que conta é o resultado final.

O medo de amar é uma praga, uma erva daninha que corrompe o coração da maioria das pessoas. E depois vêm as queixas de solidão, desilusão, sofrimento.

Imagine o caso de uma amiga. Estamos numa segunda-feira e você vê, ao longe, no corredor da faculdade (ou da fábrica, escritório ou consultório), a sua amiga Sueli. Ela está esplendorosa, radiante. Sua aura brilhante está à mostra, pulsando com todo o vigor. Ao aproximar-se dela, você a cumprimenta com entusiasmo e pergunta o que está acontecendo.
Ela responde que encontrou o homem de sua vida, alguém inteligente, culto, sensível, bonito, com uma conversa atraente, participativa, e um jeito másculo e sensual. Sueli fala do olhar meigo e penetrante do parceiro, do seu toque suave, de seus abraços (mais gostosos que um mergulho no mar em dia de sol) e, para completar, diz: “Não entendo como um homem tão especial ainda não se casou! Agora que o encontrei, tenho certeza de que vou fazer tudo para dar certo”.

Ela se despede e você sai todo feliz, por ver que sua amiga, por fim, encontrou alguém capaz de motivá-la a amar e a viver um grande amor.

Uma ou duas semanas depois, você a encontra outra vez e percebe que ela já não está tão radiante. Seus passos já não parecem tão firmes e, quando você lhe pergunta “Como está indo o namoro do ano?”, ela friamente responde: “Vai bem”.

Você pensa: “Como um namoro com um homem tão sensacional pode ficar, em menos de duas semanas, simplesmente... bem?”

Ela continua: “Estamos nos dando conta de um monte de desacertos. Acho que ele me tolhe muito; estou me sentindo sufocada, mas vamos levando”.

Vocês se despedem, e uma série de imagens de relacionamentos com pessoas especiais que você amou e das quais, por causa dessa mesma sensação de sufocamento, se separou começa a aparecer na sua cabeça.

Quando você a encontra alguns dias depois, ela está visivelmente de baixo-astral, com a aparência de que algo ruim aconteceu. Antes de você falar qualquer coisa, ela diz: “Não deu certo, nós nos separamos. Foi melhor assim; pelo menos nós nos respeitamos e não nos machucamos”.

Sem mais comentários, ela se despede. Cada um vai para o seu lado e você continua pensando como pôde acabar, tão rápido, algo que tinha tudo para dar certo.

Ou será que foi exatamente porque ia dar certo? Não terá sido justamente por causa do medo de que desse certo?

O medo de amar existe.

Esse medo faz com que as pessoas arrumem desculpas e justificativas para explicar suas inseguranças. Ele faz parte da nossa vida. Negá-lo ou inventar respostas fáceis é o que menos resolve.

Certa vez, depois de um caso amoroso mal resolvido, um rapaz muito bem-sucedido nos negócios desabafou: “Meu coração secou e está fechado”. Em todas as ocasiões fazia o maior esforço para parecer seguro, autoconfiante. Estava convencido de que jamais deixaria alguém invadir novamente seu espaço, sua vida. Talvez imaginasse que, destruindo o amor antes mesmo de ele nascer, teria chances de sair “ileso” de qualquer relação. O medo de sofrer novamente por amor era tão grande que inviabilizava uma nova relação. Por medo de sofrer, condenou-se a sofrer todos os dias a dor da solidão.

O melhor, sem dúvida, é estar atento para esse medo, dar um mergulho na própria vida e perceber que, no fundo, quando alguém está decidido a ficar sozinho por medo de ser abandonado outra vez, não consegue mais enxergar o amor e tampouco tem olhos para a pessoa amada.

Roberto Shinyashiki é psiquiatra, palestrante e autor de 12 títulos, entre eles o “Tudo ou Nada”, “Heróis de Verdade”, “Amar pode dar certo”, “O sucesso é ser feliz” e “A carícia essencial”.

Roberto Shinyashiki 2003 - Todos os direitos reservados
www.shinyashiki.com.br



- Postado por: com beijos da TERNURA*** às 11h09
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"De tudo ficarão três coisas:
A certeza de que estamos sempre recomeçando;
A certeza de que precisamos sempre continuar;
A certeza de que seremos interrompidos antes de terminar.
Portando, devemos fazer da interrupção um caminho novo:
Da queda, um passo de dança
Do medo, uma escada
Do sonho, uma ponte
Da procura, um encontro"

(Fernando Sabino)


- Postado por: com beijos da TERNURA*** às 10h20
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ROBERTO CARLOS

Ai vai um link com pedaços do filme Roberto Carlos em ritmo de aventura.

Sei que muitos nem tinham nascido nessa epoca.

Vale a pena ver.

http://www.patricksaviation.com/videos/Caribougnal/1694/large/



- Postado por: com beijos da TERNURA*** às 08h36
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RPM - Onde Está O Meu Amor?

 

Onde está o meu amor?   
 Quem será? Com quem se parece? 
 Deve estar por aí ou será que nem me conhece
 Onde andará o meu amor 
 Seja onde for, irá chegar    
 Onde está o meu amor?  
 Que será que ele faz da vida         
 Deve saber amar e outras coisas que Deus dúvida     

 Corre, se esconde, finge que não, jura que sim
 Morre de amores, aonde?      Longe de mim       
 Onde está o meu amor?                
 Leve e envolto em tanto mistério               
 Deve saber voar, deve ser tudo que eu espero
 Onde andará o meu amor            
 Seja onde for, eu sei que vai chegar     
 Vai chegar          
 Corre, se esconde, finge que não, jura que sim  
 Morre de amores, aonde?    Longe de mim  
 Onde está o meu amor?   Deve estar em algum lugar

 



- Postado por: com beijos da TERNURA*** às 12h07
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